O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, empregou um tom severo em relação às programações de atividades do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no contexto do “Abril Vermelho”.
Rodolfo Nogueira garantiu que o colegiado vai dar uma “resposta à altura dos invasores de propriedade” do MST. O parlamentar afirmou que vai acompanhar de perto as denúncias relativas às ações do grupo.
“Estaremos fiscalizando cada passo do MST durante o Abril Vermelho”, destacou o presidente. “Não toleraremos um milímetro de ilegalidade por parte desses criminosos invasores de propriedade privada. A cada crime cometido, daremos uma resposta.”
Outros parlamentares opositores ao governo Lula igualmente expressaram críticas às ações planejadas para o “Abril Vermelho”, do MST. Esse momento é geralmente caracterizado por manifestações do movimento e ocupações de terras que são consideradas improdutivas.
Para Sanderson (PL-RS), o “chamado Abril Vermelho” não passa de uma “campanha de crimes contra a propriedade privada e de caos no campo”.
“O Brasil não pode aceitar que grupos organizados incentivem a desordem e ameacem produtores que geram emprego e alimento para nossa população. Temos que criar mecanismos para impedir esse absurdo”, analisou.
O parlamentar Rodrigo Valadares (União-SE) avaliou que o movimento “tem o objetivo de transformar o mês de abril em baderna”. “Invasão de terra é crime”, afirmou.
“O direito à propriedade deve ser respeitado! É um grupo com viés ideológico que sai cometendo uma série de ilegalidades, prejudicando agricultores e comprometendo a segurança no campo”, acrescentou. Precisamos dar um basta nisso.”
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