Nesta semana, a administração de Luiz Inácio Lula da Silva dará início a um novo estágio do programa “Celular Seguro”. O objetivo dessa iniciativa é enviar mensagens pelo WhatsApp para celulares que foram roubados ou furtados, pedindo que o dispositivo seja devolvido à delegacia mais próxima.
Se não for assim, o titular pode ser investigado por delitos como “furto”, “roubo” ou “receptação”. Essa ação se tornou possível graças à cooperação entre as empresas de telefonia móvel e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que possibilita a identificação de telefones celulares pelo código IMEI quando recebem um novo chip.
O propósito é impedir o uso de linhas telefônicas e aplicativos financeiros, além de alertar o titular do aparelho roubado.
O “Celular Seguro”, lançado inicialmente em dezembro, não conquistou muita adesão. A nova etapa agora está focada na revitalização do projeto, preservando apenas o título original.
Ao instruir Manoel Carlos de Almeida, secretário-executivo do Ministério da Justiça, para a reformulação, Lula declarou que não permitirá que o Brasil se transforme em uma “República de ladrões de celular”.
A Secretaria de Comunicação Social, liderada por Sidônio Palmeira, já preparou uma campanha para divulgar as medidas antirroubo de celular.
Estudos sugerem que o furto de telefones móveis é uma das infrações que mais prejudicam a reputação do governo federal. Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, declarou no Twitter/X que a recente medida evidencia que a administração Lula é uma “piada pronta”.
Neste mês, Lula declarou que sua administração planeja submeter ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) voltada para a segurança pública. O objetivo é evidenciar que o Estado tem maior poder do que os criminosos.
“A gente não vai permitir que os bandidos tomem conta do nosso país”, afirmou Lula. “A gente não vai permitir que a república de ladrões de celular comece a assustar as pessoas nas ruas. É por isso que nós estamos apresentando uma PEC da Segurança, para que a gente possa, junto com os governadores de Estado e com os prefeitos, definitivamente dizer que o Estado é mais forte do que os bandidos e o lugar de bandido não é na rua assaltando, assustando e matando pessoas.”
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