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China declara guerra à corrupção militar e revoluciona exército de Xi Jinping com investimento bilionário, IA e ciberdefesa para criar superpotência até 2050

Corrupção abala o exército da China e Xi Jinping reage com guerra interna, acelerando a modernização militar com alta tecnologia e tolerância zero

Publicada em 25/03/2025 às 09:52h - 17 visualizações

por Revista Sociedade Militar


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Uma jogada ousada que pode redefinir o equilíbrio militar global, o presidente da China, Xi Jinping, declarou uma ofensiva total contra a corrupção nas Forças Armadas, em uma tentativa de garantir que seu plano de transformar o Exército de Libertação Popular (ELP) em uma força de nível mundial até 2050 não seja comprometido por práticas ilícitas internas. De acordo com a CCTV, em um momento de modernização acelerada da defesa chinesa, o presidente da China exigiu que os legisladores militares reforcem a vigilância interna e ampliem o uso de tecnologia de ponta para elevar a capacidade de combate.

A declaração foi feita durante uma reunião com deputados do Congresso Nacional do Povo do ELP e das forças policiais armadas, conforme relatado pela emissora estatal CCTV. O presidente da China enfatizou que é essencial “dar mais importância à supervisão, construir um sistema de supervisão completo e eficaz, fortalecer a supervisão integrada e as auditorias conjuntas e investigar profundamente a corrupção”.

Essa retórica anticorrupção acompanha o apelo feito no relatório de trabalho anual do governo, apresentado pelo primeiro-ministro Li Qiang. Pela primeira vez em uma década, a defesa nacional incluiu um chamado explícito à “retificação política” – expressão comumente associada à luta contra a corrupção no alto escalão militar.

A campanha de combate à corrupção nas Forças Armadas da China não é nova, mas atingiu um novo patamar. Diversos generais de alta patente foram alvos de investigações e destituídos de seus cargos. Entre os nomes mais notórios estão dois ex-ministros da Defesa: Li Shangfu e seu antecessor Wei Fenghe. Além deles, Miao Hua, ex-integrante da influente Comissão Militar Central (CMC), presidida pelo próprio Xi Jinping, também foi afastado.

A ofensiva não se limitou à estrutura hierárquica militar. A indústria de defesa da China também foi abalada, com dezenas de executivos perdendo seus cargos. Em reuniões recentes, outros membros importantes da CMC – incluindo os vice-presidentes Zhang Youxia e He Weidong, além de Liu Zhenli e Zhang Shengmin – reafirmaram publicamente seu compromisso com a campanha anticorrupção e sua lealdade ao presidente Xi.

O líder chinês reforçou ainda que é preciso otimizar os recursos da defesa nacional. Segundo o líder da China, o ELP deve aprimorar a alocação científica dos investimentos, garantindo que os fundos públicos sejam usados com precisão. Para alcançar esse objetivo, ele defende a rápida adoção e transformação da tecnologia avançada, que considera muito importante para aumentar a eficácia de combate das tropas.

Embora Xi Jinping não tenha especificado quais tecnologias devem ser priorizadas neste novo ciclo de modernização, suas declarações seguem a linha de um discurso semelhante feito no ano passado. Na ocasião, ele apontou áreas emergentes como implantações espaciais, segurança cibernética e aplicações de inteligência artificial como elementos centrais para o futuro das Forças Armadas chinesas.

Em reunião recente, dois dos seis representantes que relataram diretamente ao presidente da República Popular da China que estavam envolvidos no desenvolvimento de equipamentos militares de alta tecnologia, evidenciando o foco cada vez maior do governo chinês na inovação tecnológica dentro do aparato de defesa.

Esse movimento faz parte de uma estratégia de longo prazo. Pequim estabeleceu a meta de transformar o ELP em uma força militar moderna de nível mundial até 2050. Porém, para atingir esse objetivo, Xi Jinping exige avanços expressivos já até 2027, quando será celebrado o centenário da fundação do Exército de Libertação Popular.

Segundo especialistas, a guerra contra a corrupção não ocorre isoladamente. Ela acontece ao mesmo tempo em que a China amplia seus investimentos em defesa. Para 2025, o orçamento militar foi elevado para 1,78 trilhão de yuans (equivalente a US$ 245 bilhões), o que representa um aumento de 7,2% em relação aos 1,67 trilhão de yuans do ano anterior.

O orçamento de defesa da China registrou crescimento consistente nos últimos anos. Países vizinhos como Índia, Japão e Filipinas também anunciaram aumentos em seus investimentos militares, em um contexto de tensões crescentes na região do Indo-Pacífico. Além disso, diversos países europeus planejam elevações nos orçamentos de defesa, em resposta a mudanças recentes na política externa dos Estados Unidos.

A combinação de desafios internos, como casos de corrupção no alto escalão militar, e pressões externas de natureza geopolítica está inserida no contexto da modernização militar promovida pela China. O governo chinês estabeleceu como meta transformar o Exército de Libertação Popular em uma força militar de nível mundial até meados do século, com foco em disciplina, avanços tecnológicos e reorganização estrutural.

 

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