A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável por regular e fiscalizar o mercado financeiro no Brasil, está com uma cadeira vaga há três meses, desde a saída do ex-diretor Daniel Maeda. Até o momento, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não demonstrou interesse em nomear um substituto, deixando o setor financeiro em alerta.
A CVM é composta por cinco diretores, e a escolha de um novo nome para o cargo depende do presidente da República, que deve indicar um nome para passar por sabatina no Senado. A demora na nomeação é vista por especialistas como um sinal negativo para o mercado financeiro.
“O indicado terá papel crucial para garantir a confiança dos investidores, a modernização regulatória e a democratização do mercado financeiro”, aponta a análise do setor.
A indefinição sobre o novo diretor reforça a percepção de que o governo não prioriza o setor financeiro, o que pode afetar a previsibilidade e segurança dos investidores na Bolsa de Valores.
A falta de uma definição sobre o cargo vago preocupa ainda mais porque, em 2026, outras duas cadeiras da CVM também ficarão disponíveis, com o fim dos mandatos dos diretores Otto Lobo e João Accioly.
A indefinição atual levanta dúvidas sobre o compromisso do governo com a estabilidade regulatória e a gestão eficiente do mercado financeiro, essencial para atrair investimentos e garantir o funcionamento saudável da economia brasileira.
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