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Bolsonaro divulga áudio de Mauro Cid sobre delação antes de apresentar defesa

Publicada em 07/03/2025 às 09:35h - 49 visualizações

por Contra Fatos


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Presidente Jair Bolsonaro  (Foto: Internet)

Bolsonaro destacou que o ex-ajudante de ordens relatou pressões que teria sofrido durante a colaboração com a Polícia Federal

No dia em que estava programado para responder a alegações de uma suposta tentativa de golpe de estado levantadas pela Procuradoria-Geral da República, o ex-presidente  compartilhou nas suas redes sociais um áudio de seu ex-assistente, o tenente-coronel Mauro Cid. No conteúdo divulgado, Cid detalha as pressões que alegadamente enfrentou enquanto colaborava com a Polícia Federal (PF).

 

O prazo para  responder à denúncia da PGR termina nesta quinta-feira, 6. 

Na publicação, o ex-chefe do Executivo destacou que “Cid declara em áudio que foi pressionado a concordar com a narrativa da PF”. Caso contrario, “perderia o acordo como delator”. 

 

A tática principal dos advogados de Bolsonaro é questionar a delação de Cid, que inclui 14 depoimentos dados no contexto da colaboração premiada. Eles argumentam que as afirmações do tenente-coronel foram feitas sob coerção.

Documentos e depoimentos na denúncia contra Bolsonaro 

Paulo Gonet, o procurador-geral da República, acrescentou à acusação documentos, mensagens e testemunhos de Cid e outras testemunhas. A revista Veja revelou o áudio em março do ano anterior. Neste, o ex-ajudante de ordens expressa críticas à maneira como a PF conduziu a investigação e faz referência ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no  Tribunal Federal (STF).

 

“Você pode falar o que quiser”, afirma Cid, no áudio. “Eles [PF] não aceitavam e discutiam. Diziam que a minha versão não era a verdadeira, que não poderia ter sido assim, que eu estava mentindo.” 

 

Mauro Cid disse que a PF estava com a narrativa pronta 

Cid também disse que a PF já estava com uma versão pronta. “Eles não queriam saber a verdade”, afirmou. “Queriam que confirmasse a narrativa deles.” 

Após a liberação do áudio, em março de 2024, Cid foi novamente detido por determinação de Moraes. No entanto, quase um mês e meio mais tarde, em 3 de maio, foi libertado por decisão do mesmo ministro, mantendo-se o acordo de delação sem alterações. Cid caracterizou o áudio como um “desabafo em momento ruim” ao STF.

 

O prazo para Mauro Cid apresentar sua defesa sobre a denúncia também termina nesta quinta-feira. As informações são da Revista Oeste. 

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