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Esquerda quer mudar regra para impedir maioria conservadora no Senado em 2027

Projeto de lei propõe restringir voto em candidato de um mesmo grupo político; objetivo é barrar avanço da direita

Publicada em 11/12/2024 às 09:52h - 27 visualizações

por Revista Oeste


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De olho na perspectiva concreta de o Brasil ter em 2027 um Senado majoritariamente conservador, a esquerda já se movimenta. Com a ajuda do Supremo Tribunal Federal (STF), os governistas articulam manobras para mudar as regras eleitorais.   

Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) apresentou recentemente um projeto de lei pontual. O dispositivo pretende principalmente barrar as chances de a direita deter o comando da Casa.

De olho na perspectiva concreta de o Brasil ter em 2027 um Senado majoritariamente conservador, a esquerda já se movimenta. Com a ajuda do Supremo Tribunal Federal (STF), os governistas articulam manobras para mudar as regras eleitorais.   

Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) apresentou recentemente um projeto de lei pontual. O dispositivo pretende principalmente barrar as chances de a direita deter o comando da Casa.

O PL 4629/2024 propõe uma alteração substantiva na escolha de senadores pelos eleitores nas disputas em que estarão em jogo duas das três cadeiras reservadas para cada federação. Conforme o texto do parlamentar esquerdista, o Código Eleitoral acolheria uma alteração estratégica. Isto é, ela consiste em impedir que as duas cadeiras de senadores sejam preenchidas  por uma mesma coligação. 

A ideia da esquerda é permitir a eleição apenas de um candidato por grupo político. Assim, seriam eleitos o primeiro e o segundo mais votados de cada coligação. O modelo atual autoriza que o eleitor vote em dois nomes distintos, independentemente da coligação.

Com isso, os governistas querem neutralizar a oposição, que se articula no sentido de lançar ao menos duas candidaturas competitivas em cada Estado. Desse modo, os conservadores ampliam as possibilidades  de ficar com as duas vagas.

Para justificar o seu projeto, Randolfe diz que a escolha sequencial na urna de dois candidatos ao Senado facilita a “concentração de poder em um único grupo político, prejudicando a diversidade representativa”. O parlamentar sustenta que o atual contexto de rígida polarização política exige instrumentos que possam assegurar uma “representação mais plural”.

De acordo com analistas políticos, a real intenção da esquerda é mudar mesmo a regra do jogo para criar dificuldades ao avanço da direita. O discurso da polarização, aliás, seria apenas uma desculpa para buscar apoio no STF.

Em recente seminário em Brasília, líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) – entre eles o presidente Lula da Silva – admitiram o fortalecimento da direita de forma estruturada e abrangente. O diagnóstico, colhido principalmente junto ao eleitor mais jovem, converge com a movimentação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O líder da direita tem viajado o Brasil para exatamente articular, de maneira antecipada, costuras que permitam o lançamentos de duplas de candidatos competitivas ao Senado em 2026. A estratégia consideraria um amplo campo de oportunidades em legendas como PSD, Republicanos e União Brasil.










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