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O helicóptero do destino - coincidências ou articulações obscuras?

Depois que um certo helicóptero caiu, muitos se perguntaram se foi apenas uma estranha coincidência ou se havia algo mais...

Publicada em 25/11/2024 às 09:28h - 117 visualizações

por Allan dos Santos


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Filho do Alckmin e acidente do Helicóptero  (Foto: Montagem - internet)

Era uma tarde opaca, sem sol nem nuvens – apenas aquela claridade entediada que faz a cidade parecer suspensa no tempo. E foi nessa hora que o helicóptero tombou do céu como um pássaro abatido.

Não houve suspense, apenas uma súbita ausência de som. Um silêncio que precede os fatos decisivos, como o soluço que antecede o pranto. O filho de Alckmin morreu. Assim, com a impessoalidade cruel que transforma tragédias pessoais em notas de rodapé na história.

Para a maioria, foi apenas um acidente. Para outros, uma coincidência estranha demais para ser verdadeira. Afinal, há tempos as coincidências vêm guiando os passos do Brasil como um maestro sinistro.

Dois tiros no escuro Antes de o helicóptero despencar, houve dois atentados a mando do PCC. Dois atentados, duas tentativas de apagar um nome, um sobrenome, uma herança política. E, depois de falhar duas vezes, o destino trocou as armas por hélices. A morte veio pelo ar, como se quisesse ser definitiva, sem ruído de tiros ou manchas de pólvora.

Mas a tragédia tem seus detalhes sórdidos. A perícia que deveria trazer respostas foi falsificada, e o perito condenado.

Um ponto final escrito com letras de areia, pronto para desmoronar ao primeiro sopro de verdade. A política do silêncio No dia em que o filho de Alckmin caiu, o PSDB também despencou. A luta pela auditoria das urnas eletrônicas foi arquivada, engavetada, esquecida. A palavra “fraude” virou um eco proibido nos corredores do partido.

A nova palavra de ordem foi “impeachment”. De Dilma, claro, como se a troca de uma cabeça fosse resolver o câncer no corpo inteiro. Mas o que parecia uma manobra estratégica tinha algo de desesperado, de rendição. A morte do filho de Alckmin marcou o início de uma nova era: o silêncio. Um silêncio cúmplice, medroso, pactuado em reuniões fechadas e olhares furtivos. O fiador invisível Agora, o Brasil vive sob a tutela de uma narrativa improvável.

Falam de uma tentativa de golpe que não foi tentativa nem golpe. Alexandre de Moraes, sempre teatral, resumiu o caso com o cinismo de quem já não precisa disfarçar: foi uma “tentativa de planejamento”. Algo que não ocorreu, nem poderia ter ocorrido, mas que serve como pretexto para encher celas e calar vozes. No fundo, tudo isso é um teatro, mas não um teatro vazio.

O palco é o Brasil, os atores estão na coleira do PCC, e o texto vem de longe. Moraes e Alckmin não são protagonistas, mas figurantes de luxo no roteiro escrito pelo Foro de São Paulo, com a China como produtora executiva. Braço Armado e a Mão Invisível No Brasil atual, o crime organizado não é apenas um desvio; é o braço armado do sistema. E a China, silenciosa como o helicóptero que caiu, é o fiador desse projeto. Um fiador que financia, orienta e garante que o roteiro será seguido à risca.

Há quem diga que o Brasil está à beira de um abismo. Mas a verdade é que o salto já foi dado. O que resta é a queda – longa, silenciosa, inevitável. E talvez, um dia, alguém encontre no chão os destroços de um país que foi entregue, peça por peça, às mãos de seus algozes.

Até lá, seguimos vivendo sob o peso do silêncio, fingindo que tudo isso é só uma sequência infeliz de coincidências.

Como se o destino, sempre ele, não tivesse assinado cada detalhe dessa tragédia com a precisão de um cirurgião.










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